Thursday, November 01, 2007
Sunday, September 09, 2007
Friday, June 08, 2007
pré-viagem telepática
Fotografia de Nicole PeyE há igrejas de facto singulares, em que nos sentimos mais perto do céu.
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kanuthya
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4:44 PM
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categorias colírio
Friday, June 01, 2007
Tuesday, May 22, 2007
Desta vez é por aqui que entrarei.
Foi nesta cidade que passei parte da minha infância. Após a viagem descendente, a cidade continuou morando em mim. A minha bagagem é sempre pesada, mesmo quando engana largamente as balanças de check in.

Bela além do que palavras podem dizer.

Fotografia de Paulo Mendonça
Desabafo do dia: se ouço mais alguma vez (dou o desconto e refiro-me tão somente ao dia de hoje, que isto tem que ser levado um dia de cada vez) que "este é o país que temos", a minha orientação zen, reforma interior de nativa de Escorpião, tentativa de caminhada para uma vivência mais espiritualizada, enfim, tudo isto ficará seriamente comprometido, dado que me inclino seriamente para a possibilidade de vir a praticar sevícias ao meu próximo, sendo que os próximos se encontram relativamente a salvo pelo facto de estarem longe de mim, isto é, de estarem no tal "país que temos". O país que temos é feito por nós, e estou fartinha de ouvir essa porra. Deixem-se de queixas infindas, cabrões. Têm um país deslumbrante de tão lindo que é, tem muitas dificuldades, como muitos outros locais, tem muito menos dificuldades que vários outros locais no planeta, façam a vossa parte, que é o que vos cabe, em vez de bradarem aos céus tantos direitos sem deveres alguns. É triste que sejam poucos a amar essa terra, ao ponto de vir esta badameca que nem aí nasceu, e nem sequer dessa nacionalidade se considerou até muito tarde, vir dizer isto.
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kanuthya
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categorias muro das lamentações, prelúdios de coisa nenhuma ou talvez nem por isso
Thursday, May 10, 2007
lufada
Sopram novos ventos! Eu por mim abro os braços em cruz e acolho-os, fortes rajadas que me despertam ou leve brisas que me embalam.
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5:54 PM
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Tuesday, May 01, 2007
coisas boas. porque são precisas.
Ah, a cedência de uns segundos para a pose. Que enfado...
Faz-te à estrada, pá. O que é de mais enjoa.
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Wednesday, April 18, 2007
memories. too many of them
Pixies - Where is my mind
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kanuthya
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Tuesday, April 10, 2007
Orgulhosamente só
Disclaimer:
1. Picardia engraçada sim, parvoeiras violentas não, se faz favor;
2. Passemos ao que interessa.
Ora bem, não me bastava ter crescido bem rodeada de lagartos. Agora moro com um. Todos temos o nosso karma a queimar.
Já cá estava isolada em terras gaulesas (no pequeníssimo círculo em que me movo ou arrasto) como a única benfiquista. Mas não bastava, ah pois não.
Ontem chegou uma... amiga futura, quiçá. Alguém que já conheço e que não me provoca urticária, o que já é uma carrada de pontos a favor. Condescendo até a passear-me por supostos assuntos femininos, que também aprecio, não sou apenas uma maria-rapaz com os joelhos cobertos de cicatrizes de quedas monumentais de bicicleta, ah pois não sou. Até faço ponto cruz. Jesus, Maria, José. Adoro cozinhar. Pinto efusivamente os olhos desde os meus treze ou catorze anos, porra.
Agora, outra sportinguista...ah meu pai, tem dó, né?! Valham-me os santos todos... Até trouxe o respectivo cachecol para berrar junto do meu conversado. Snif. A coisa está tão dura para os meus lados que assistiu-se a algo inédito. A dar para a categoria do sobrenatural. Um simpatizante portista uniu-se a mim por pena. Diz que vai torcer pelo clube do meu coração no próximo derby. Vejo a coisa mal parada para o meu lado. A única coisa que consola é ter assistido a uma suposta aposta entre os machos que envolvia cortes de cabelo. Como não é o meu, estou nessa.
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Monday, April 02, 2007
Telemarketing - dê-lhe com força
interessado, Sr.Nuno?
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kanuthya
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categorias guia de sobrevivência - som de fundo: risadas de Muttley
Wednesday, March 28, 2007
spam
Todos conhecemos a chatice do spam, seja na nossa caixa de correio tradicional (onde de facto podemos pelo menos colocar um pedido Publicidade Aqui Não protegido por lei), seja na virtual. Aqui vim a ter contacto com as agruras de uma outra forma de melgar completamente as pessoas. O Telemarketing. Ele existe em Portugal também, pois claro. Mas aqui ultrapassa os limites da minha paciência. Enquanto não coloco em prática alguns passos muito úteis para evitar que me chaguem o santo juízo pelo telefone, lamento informar que grande parte das vezes não o atendo, sobretudo a certas horas.
As dicas virão no próximo post.
Hoje ficam as pérolas do dia, inaugurando uma categoria.
Fascinam-me os títulos dos mails de spam. Já as cartas da nobreza nigeriana que pede o nosso auxílio não têm piada nenhuma, pois costumam chegar escritas em inglês correcto.
"It conetoe in buckhead."
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categorias pérolas de spam
Monday, March 12, 2007
Manifesto medíocre mas com boas intenções
Não posso bradar aos ventos Morra o apóstrofo PUM PUM. O apóstrofo não partilha as culpas do Dantas. Ah, pois não. Porque eu amo o apóstrofo. Como tal, vejo-me no dever de o defender com unhas e dentes.
Substantivo masculino. Sinal gráfico indicativo da elisão de letra ou letras numa palavra.
Elisão, senhores e senhoras. Na língua portuguesa. E na inglesa também.
Querem fazer-me a delicadeza de parar de o usar nos casos mais disparatados?
O apóstrofo NÃO SERVE para indicar o plural. Em inglês é muito frequente encontrar casos de uso ERRADO do apóstrofo. Um conjunto de computadores pessoais não se designa como *PC's. Argh. Blurp. PC's= Do computador.
Isto é difícil? Não me parece. As hemorróidas são bem piores.
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Wednesday, March 07, 2007
"You're not even a nigger. You're an African."
Soco no estômago.
Vergonha.
Continua, apesar dos "nunca mais". No Sudão, por exemplo.
Escutado: "Que culpa temos nós, ou que responsabilidade temos se se dedicam a massacrarem-se uns aos outros?"
Parece que a ideia é bastante flexível quando outros têm petróleo, diamantes...Aí organiza-se uma intervençãozinha.
Palavras que ficam e esfaqueiam a alma.
We're here as peace keepers, not peace makers.
You're not even a nigger. You're an African.
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categorias projector
Sunday, February 25, 2007
A morte saiu à rua num dia assim....

Ah...entrei no blogger...por portas travessas, mas cá estou.
Escutava ontem abismada a lembrança da partida do Zeca há vinte anos atrás. Vinte anos. Acho que é a primeira vez na vida que me dou conta da minha idade. Que saudade.
Ficou frustrada mais uma tentaiva de ilustrar o post com a música, mas fica a lembrança da do título.
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Tuesday, February 13, 2007
Escutando e não podendo partilhar Portugal, Portugal, de Jorge Palma
Ouvi ao longo dos anos chamarem-me portuguesa de segunda, digo, branca de segunda. Não foram muitas as vezes. Não há, por parte dos enunciantes, culpa alguma dos eventuais escaldões que brindam algumas lusas peles que de celtas guardam mais marca epidérmica. Porque não sou dada a escaldões, apesar do claro tom poder induzir em erro. Se vermelha fico, tal camarão cozido, dura um, dois dias. Depois fico castanha. Como me convém, fica bem e dá ar saudável. Sou então, em tempo de estio, linda morena, muito obrigada. Estou-me a cagar para o tom de pele. Gosto de paletas variadas em sentidos diversos, e, apesar da miopia, a íris cansada mas dotada de alguma inteligência agradece a diversidade. Porque nela cresci e me fiz. E nela criarei filhos, se os vier a ter.
Ora descubro há dias atrás, praticamente em cima da hora, que de nada me serviria ir até ao consulado mais próximo exercer um DIREITO e DEVER.
Os cidadãos com nacionalidade portuguesa que se encontrem, por qualquer motivo que seja, ou pelo período de tempo que for, fora da nossa faixa estendida junto do Atlântico, não puderam votar no referendo sobre o aborto. Disseram os senhores de toga, apoiados por partidos políticos, que não fazia sentido esses mesmo portugueses(?) se manifestarem sobre um assunto que não lhes dizia directamente respeito, não os afectaria, visto não usufruirem do sistema nacional de saúde.
Mas para eleger governo, deputados para assentarem cús, digo, arraiais no Parlamento Europeu e afins, para isso estamos cá, a bem dizer. Nem sequer me dou ao trabalho de perguntar por que porra não posso votar. Eu, que nem sequer anulei, e disso faço questão, a minha inscrição como eleitora no círculo geográfico que continuo a considerar casa, no litoral alentejano. Fá-lo-ia este Domingo, para poder obedecer à minha consciência e votar.
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kanuthya
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categorias grafonola partida, muro das lamentações
Saturday, February 10, 2007
give some love II
Dificuldades técnicas impedem a presença do vídeo aqui. Assim sendo, fica o link.
http://www.youtube.com/watch?v=kaXCu9q2k1w
Não me consta que tenha leitores em Moura ou arredores.
A maior dificuldade da Associação S.O.S. Animais de Moura reside na ausência de voluntários. Há alguns dias atrás, um dos corações grandes que ajuda estes animais dizia-me que ir lá é deprimente. Recordei-me de uma personagem que preciso rever o mais breve possível, apesar do sofrimento que traz. Billy(?) Kwan, do filme, The Year of Living Dangerously, desempenhada pela magnífica Linda Hunt. Uma frase sua persegue-me. What then to do. Escrevia ele isto num frenesim que martelava as teclas da sua máquina de escrever. Talvez alguns se sintam ofendidos pela comparação. Não a lamento. Nunca o farei. Sou um animal, tal como eles. Não valho mais do que eles. É isso que penso. É isso que sinto. É isso que digo e escrevo, e não me desculparei por tal.
Dizia Ghandi que a evolução de um povo se vê através da forma como ela trata os seus animais. A afirmação pode ser perigosa, se pensarmos nos nazis e seus sorrisos e alegria junto dos seus cães e cavalos.
Digo eu que Ghandi sabia muito bem do que falava, e que o problema não está na sua afirmação.
Voltando atrás, compreendo o que a alma amiga quis dizer ao afirmar que era deprimente lá ir. Creio, no entanto, que para quem tem algum tempo disponível ( e ele faz-se, também, consoante o nosso coração), pode ser uma benção. Pode ser triste ver animais que ali foram deixados, por vezes em tão mau estado. Mas que fazer então? Voltar as costas? Sentarmo-nos no sofá e ver mais um capítulo? Claro, podemos fazê-lo. A maior mentira circulando por aí é que nada podemos fazer. Podemos sempre fazer algo. Sempre. O que estiver ao nosso alcance. Isto vale, obviamente, para tudo. E não pedirei desculpas a quem me diz que é triste que me preocupe mais com cães do que com pessoas, porque quem isso diz 1. não me conhece; 2. não se conhece.
Se se encontra na referida zona e gosta de animais, visite a Associação, e decida se pode ajudar. Se os voluntários fossem suficientes, não haveria sobrecarga para ninguém.
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kanuthya
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1:37 AM
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Wednesday, February 07, 2007
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kanuthya
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categorias muro das lamentações
Tuesday, January 30, 2007
gagged, or an implicit list of complaints
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kanuthya
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categorias prelúdios de coisa nenhuma ou talvez nem por isso
Saturday, January 27, 2007
give some love
Este venerando senhor chama-se Tejo. A foto foi roubada, mas por uma boa causa.Circulam pela internet muitos pedidos falsos de ajuda, que nos enchem a caixa de correio electrónico, com pedidos sempre urgentes de sangue de tipo raro, de dadores de medula, de emails em cadeia que devem ser enviados a um número grande de pessoas para que os progenitores de uma criança doente possam receber dinheiro proveniente dos servidores de internet. A esmagadora maioria é fraude.
Há, no entanto, muita coisa a fazer, até na internet, se quisermos ajudar algumas causas.
Em breve estarão aqui links onde o poderá fazer.
Hoje peço somente que visite o site www.sosdosanimaisdemoura.com, que acolhe neste momento 133 cães, dos quais apenas 17 estão apadrinhados. Todos eles aguardam também adopção. A instituição atingiu um ponto grave, correndo sérios riscos de ter de encerrar.
Sei que poderá estar fartos de apelos. Muitos destes animais, além de abandonados ou rejeitados por não servirem os propósitos para que foram adquiridos, foram maltratados. Há muito que pode ser feito. Pode ser sócio por apenas 1, sim, leu bem, 1 euro por mês. Pode apadrinhar um animal, toda a alimentação para um mês custar-lhe-á 12 euros. Se viver na região, pode voluntariar-se para ajudar a tratar destas gentis almas.
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kanuthya
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categorias bicharada
Friday, January 26, 2007
despir o olhar
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kanuthya
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